quarta-feira, 17 de agosto de 2022

ESPAÇO CANGAÇO FITNESS CHEGA FAZENDO A DIFERENÇA COM TREINAMENTO FUNCIONAL E AULAS DE FORMAÇÃO DANÇAS E TEATRO

    O Espaço Cangaço Fitness coordenado pela Bacharel em Educação Física, dançarina, atriz e arte-educadora Gorete Lima, desenvolve exercícios físicos atividades de formação artísticas para todas as idades com o intuito de melhorar o condicionamento físico, mental, psicológico e intelectual das pessoas, sob a orientação de diversos profissionais: “a nossa principal atividade é o Treinamento Funcional, mas dispomos de aulas de Danças Populares, como o Frevo e o Xaxado, Oficina de Teatro, Aulas de Ritmos (Fit Dance), Dança de Salão (Ritmos Latinos), e Aulas de Forró”. Explica Gorete Lima.

    O treinamento funcional é um método de exercícios físicos realizados sem as máquinas presentes nas academias, e têm como principal objetivo a melhora do condicionamento físico da pessoa que o realiza, imitando movimentos do dia a dia, favorecendo o aumento do metabolismo, gasto calórico, ganho de resistência muscular e alívio do estresse, pois é trabalhado utilizando objetos para desenvolver a mobilidade e a flexibilidade corporal. “Os treinos funcionais são intensos, dinâmicos e realizados em circuitos, gerando o fortalecimento do abdômen, aliando as dores da região lombar, diminuindo o cansaço; ajuda a fortalecer os músculos, além de melhorar o psicológico, aliar o estresse e nos tirar da ociosidade”. Argumenta Gorete.
    
    “Através das aulas de teatro conheceremos uma realidade nova e fantasiosa, passando pelas origens da Arte Teatral e trabalhando a expressão corporal, técnicas de interpretação, exercícios vocais, corporais, respiratórios, estímulos a memória e a imaginação, e o desenvolvimento da criatividade na perspectiva de se auto conhecer, e desenvolver suas habilidades para arte de representar, repleta de signos e elementos singulares, importantes não só para quem deseja seguir na profissão ou realizá-las por lazer e/ou terapia ocupacional”. Comenta Carlos Sett, ator e diretor teatral responsável pela Oficina de Teatro.

    “As atividades oferecidas pelo Espaço funcionam como terapia ocupacional, desenvolvem nossas funções motoras, trazendo alegria, autoestima, melhorando nossas relações interpessoais, gerando mobilidade física e psicológica”. Detalha Sandino, professor de danças de salão como a Bachata que consiste em passos simples que levam a dançarina de um lado para o outro ou da frente para trás, com músicas que se destacam pela nostalgia.

    A dançarina Danielly Duarte, é a professoras de danças populares e o dublador, ator, dançarino e influencer Gildo Alves comanda as aulas de Fit dance, fechando o leque de profissionais que compõem o Espaço Cangaço Fitness que chegou trazendo possibilidades diversas de interação para um melhor condicionamento físico e mental de seus usuários.





    Participe de uma Aula Experimental Gratuita, e se inscreva em nossas turmas, mensalidades mega acessível e descontos para quem fizer adesão por mais de uma modalidade. O Espaço Cangaço Fitness fica localizado na Rua Manuel Pereira da Silva, 1336 – Centro/Próximo a Pracinha Lampião. Informações: 87.99628-3150 @personalgorete.






SERVIÇOS:

=> Treinamento Funcional:
Segunda, quarta e sexta
Horários: às 6h, às 16h, às 17h e às 19h

=> Aulas de Dança de Salão - Forró, Salsa e Bachata
Toda Terça-feira: 17 às 19h

=> Aulas de Teatro:

Todo Sábado: 14 às 16h
=> Aulas de Danças Populares – Xaxado e Frevo

Toda Quinta-feira das 14 às 16h

=> Aulas de Ritmos – Fit Dance

Toda Segunda e Quarta às 18h


 

segunda-feira, 15 de agosto de 2022

FRANCINETO LEITE: O VELHO MARCENEIRO, ESPÍRITA, POETA E CORDELISTA

 

Francisco Leite Francineto é membro fundador e efetivo da Academia Serra-talhadense de Letras, titular da cadeira número 26, tendo como patrono o historiador serra-talhadense Luiz Wilson de Sá Ferraz, autor de livros consagrados sobre a história pernambucana, a exemplo de “Villa Bella, os Pereiras e Outras Histórias”; “Roteiro de Velhos e Grandes Sertanejos”; dentre outras obras literárias significativas para a cultura brasileira.

Seu Francineto, como é chamado é filho de Manoel Florêncio Leite e Ana Alves Lemos; sendo ele, o primogênito do casal que conceberam 10 filhos, tendo mais duas irmãs, do primeiro casamento de seu pai. Nascido no dia 21 de janeiro do ano da graça de 1940, no sítio São João, zona rural de Itaporanga – Paraíba. Reside em Serra Talhada desde 1962.

“Não tive oportunidade de estudar por viver no sítio, a primeira vez que trabalhei eu tinha 4 anos de idade, choveu e meu pai levou minha mãe e eu pra roça, ele na frente com a enxada cavava as ‘covas’ (buracos onde se coloca as sementes na terra molhada para germinar), eu colocava duas ou três sementes de feijão cova sim, cova não, e minha mãe vinha logo atrás colocando a semente de milho na outra cova e fechando-as com os pés”. Relata ele sobre sua infância, e acrescenta: “Quanto a estudar, quando chegava o mês de junho os pais contratavam uma pessoa pra ensinar, não propriamente um/uma professor(a), mas alguém que ensinava à sua maneira, esse professor dizia que gente da roça, saber ler uma carta, escrever outra e dizer as quatro operações de contas já era o suficiente”. Relembra.

Desta localidade se mudaram para Brejo Santo, uma cidade no Ceará buscando novas oportunidades de trabalho, eram tempos difíceis para muitas famílias nordestinas. A escola era paga, o que ganhava nos serviços pesados que fazia era pra ajudar em casa, o pai carpinteiro de profissão, vivia em busca de melhorias e de lá foram para o Estado do Maranhão, município de Pedreira. Ali, a sobrevivência foi ainda mais difícil, ele nos diz: “Em 1961 pensei em estudar, pois onde residia havia uma escola boa para adultos, que preparava estudantes pra o ginásio, no entanto, meu pai foi trabalhar um tempo em Brasília, e por ser o mais velho tive que assumir a família”.


Passado um tempo, seu pai volta para o lar mais pobre do que tinha ido, segundo ele. Já homem-feito, decide partir para Serra Talhada, sempre na perspectiva de trabalhar e estudar, porém, nas terras do Pajeú foi que encontrou dificuldades, pois não tinha escola para adultos, mesmo assim, estudou um trimestre na tentativa de passar no exame de admissão, fez a prova, não passou e ia voltar a estudar no ano seguinte, isso em 1962; ainda nesse ano, mais precisamente em 12 de dezembro, ele sofreu um acidente de trabalho com a serra de cortar madeira, ferindo gravemente seu braço direito, ficando impossibilitado de frequentar as aulas de preparação para admissão escolar, e sem poder trabalhar para pagar a mensalidade: “o acidente mexeu mais com minha cabeça do que com meu braço, com a melhora voltei para o serviço, eu sempre trabalhei muito, de 12 a 15 horas por dia e às vezes até mais, nunca somente as 8 horas de praxe”. Comenta pesaroso o velho marceneiro.

Tentou estudar rádio e televisão, mas não deu certo na profissão, aí veio o casamento, foi tentar a vida em São Paulo… Na volta (1974) montou uma empresa com o irmão, a "Marcenaria e Decorações Serrana” sua parte era industrial. De maneira súbita ficou viúvo, e se bandeou a bebedeiras, mas sempre trabalhando, seu maior sonho era ser cantor, sempre compôs, um dos irmãos tocava sanfona, outro pandeiro, a musicalidade estava no sangue e formaram uma banda que não foi muito longe.

“Meu ramo de trabalho é a marcenaria, comecei aos 17 anos sem gostar, por que eu queria era estudar, ter conhecimentos, pois pensava em ser doutor, meu sonho forte era a carreira militar, seguindo o exemplo de um conterrâneo da zona rural da paraíba que foi convocado para guerra, e depois, já no exército estudou medicina, então queria seguir esse caminho, porém na idade de servir o exército, foi o tempo que papai foi tentar serviço em Brasília e mamãe não deixou, pois eu tive que sustentar a casa, aí só servi ao Tiro de Guerra (TG), também quis entrar pra polícia e ela não aceitou…” Diz ele com pesar.

“Meu primeiro casamento foi com Elba Maria de Paiva, uma criatura abençoada, era professora e minha vizinha, posso dizer que minha vida começou depois desse casamento, porque antes eu me sentia uma ‘coisa’ e não gente. Foi ela que me mostrou o mundo, mas infelizmente ela faleceu jovem quando ia fazer 33 anos e eu fiquei com 4 filhos, Manoel Florêncio Leite Neto, meu primogênito, depois veio minha primeira filha Francielba, professora, em seguida Joseane, também professora, mas não exerce a profissão e a caçula Franciélia, formada em Educação Física”. Se expressa ele, sobre a sua família.

“Sou semianalfabeto, tentativas de estudar foram muitas, queria ser doutor e não consegui fazer o primário, mas sempre trabalhei no pesado e com isso criei 6 filhos, os quatro já falado, e a Fernanda Maraísa e Amada Mayara do meu segundo casamento, com a também professora Lourdes Sobreira. Paguei inclusive, escola particular e todos tiveram essa oportunidade, coisa que eu não tive, e aqui estou com 82 anos, enfartei no dia seguinte ao aniversário, em fevereiro fui operado e a recuperação surpreendeu até o médico". Nos conta resoluto.

“Fui um dos fundadores da Associação dos Poetas do Vale do Pajeú – APOVAP, que criou o Jornal Desafio, em setembro de 1988, do qual foi colaborador”. Comenta o poeta.

Por questões internas, quando se preparava a terceira edição do jornal, Ele, junto a outros poetas deixaram essa empreitada, e pela APOVAP foram produzir cantorias de viola, realizaram duas edições e um festival com quatro duplas de violeiros. “É bom frisar que a Associação dos Poetas, é o ninho que vai fecundar a criação da Academia Serra-talhadense de Letras em 2001, onde eu também sou um dos fundadores”. Explica categoricamente.


Espírita de alma e coração fez por muitos anos um trabalho social a “campanha do quilo”. “Eu gosto do trabalho social. Fiz uma campanha com o tema: ‘Bebida e Direção, uma Combinação Perigosa!’ que me rendeu uma moção de Aplausos da Câmara de Vereadores em 2014, indicação do Vereador Sinézio, que gerou também, um projeto de Lei Municipal com o alerta de que álcool e direção não combinam, fiz um panfleto criando a arte e o texto, e distribuía nos semáforos, a Lei foi sancionada pelo prefeito Luciano Duque, e também coloquei as imagens (adesivos) nos bares e restaurantes em forma de conscientização, pois bebida e direção são uma mistura perigosa”. Enfatiza com ar de satisfação.

Marceneiro por ofício e vocação, compositor e poeta por hobby, militante engajado por melhorias nas políticas públicas e engajado em movimentos sociais e culturais, este é seu FRANCINETO. Seu talento de compositor lhe rendeu participação no festival “MÚSICA HOJE” em 1981 com a música “Simplesmente Lampião”. Essa canção chegou à etapa final e posteriormente foi gravada pelo seu irmão Gregório Leite em um compacto duplo pela gravadora Mocambo. Em parceria com o cantor Rui Grúdi compôs “Papai Noel Nordestino” para o LP intitulado “Arrocha o nó”, o primeiro disco do cantor. A Banda Queijo de Coalho gravou “Molho de Pimenta”, também gravada pela banda Côngruos, no seu primeiro CD.

Com seu dom poético, têm seus textos publicados em Coletâneas e Antologias, tipo os livros: ‘Faces de Um Novo Sol’ da Editora Bagaço em 1990; ‘2ª Coletânea Desafio’ em 1991, ‘Selecta de Poesias’ em 2007; ‘Rastros de Um Decênio’ em 2011 e ‘Sertão em Prosa e Versos…’ pela Academia Serra-talhadense de Letras, além de Jornais Literários. Também publicou alguns cordéis, sendo seu primeiro folheto: “A mulher é a parte fraca” e o seu mais famoso “Sina de Retirante”, publicado em 2021.

Por Carlos Sett

sexta-feira, 1 de julho de 2022

PROFESSOR JOSÉ PEDRO SOBRINHO: UM JOSÉ DIGNO DE APLAUSOS E HONRARIAS

 

“No fenômeno da existência se evidencia uma Força Superior que se constitui na supremacia da mais Pura Verdade: DEUS”. Frase do agricultor, poeta, marceneiro, professor de matemática e de biologia, fotógrafo, bombeiro hidráulico, serralheiro, eletricista e escritor, dentre outras habilidades José Pedro Sobrinho, sobre quem conheceremos um pouco nesta matéria.

    Zé Pedro, como é comumente chamado, é o primeiro filho do casal Manoel Pedro Sobrinho e Francisca de Souza Lima (falecidos). Seus pais, tiveram oito filhos, sendo quatro meninos e quatro meninas, coincidentemente. Ele nasceu no dia 22 de setembro de 1950, no sítio Baixio da Carnaúba, zona rural de Serra Talhada – Pernambuco.

    Quando contava cinco anos de idade, mudaram-se para Jatiúca, então município de Triunfo. Hoje, a localidade pertence a cidade de Santa Cruz da Baixa Verde. Foi lá onde viveu sua infância e iniciou sua vida escolar. Aos 12 anos, influenciado pela literatura de cordel, já demonstrava interesse pela poesia e rabiscava seus primeiros textos.
    
    Aos dezesseis anos, foi para a cidade de Serra Talhada, para continuar os estudos, e em fevereiro de 1967 chegou ao Ginásio Industrial Cornélio Soares, para prestar exame de admissão, no qual foi aprovado. No mês de março ingressou no primeiro ano ginasial, apresentando habilidade e desenvoltura na aprendizagem das Artes industriais (Marcenaria). Em dezembro de 1970, concluiu o curso ginasial com excelente desempenho.

     “Logo no início de 1971, fui indicado pelo professor Laércio Alves Pulça, então diretor do Industrial, para ministrar aulas de Práticas Industriais às novas turmas”. Relata ele, com orgulho, pois, naquele momento, passava de aluno recém-formado para professor, e acrescenta: “Com a proximidade do tempo de aposentadoria, em 1997, prestei concurso e assumiu novo vínculo com a secretaria de Educação do Estado até me aposentar, perfazendo um total de 42 (quarenta e dois) anos de serviço prestado, na Escola Estadual Cornélio Soares, o famoso Industrial”. Conclui com satisfação o excelso mestre educador.

 Em 1975, o professor e poeta Zé Pedro casou-se com a jovem serra-talhadense Maria do Socorro Pereira, também professora. O casal tem duas filhas: Silvana Jaciara e Sílvia Jaciana Pereira Sobrinho. A primogênita é formada em engenheira civil e a segunda é licenciada em Ciências da Comunicação.

        Possuidor de uma mente brilhante e sempre inquieto na busca de novos conhecimentos, ele nos revela: “em 1985, concluí a minha licenciatura em Matemática pela Faculdade de Formação de Professores de Serra Talhada, e no ano 2000 fiz uma especialização em Ensino de Ciências, pela Universidade Federal de Pernambuco, porém, minhas vivências vão além da docência. Sou agricultor, gosto da roça, além da arte da marcenaria, tenho experiências como fotógrafo, bombeiro hidráulico, serralheiro e eletricista, dentre outras habilidades”. Finaliza.

    Alguns de seus inúmeros textos foram publicados pela Coletânea de Poesia "DESAFIO" no seu IV volume em 1996; em edições do Villa Bella Jornal e nos livros: “Selecta de Poesias” em 2007; “Rastros de um Decênio” em 2009, e na Antologia “O Sertão em Prosa e Verso” em 2019, publicados pela Academia Serra-talhadense de Letras, da qual é membro fundador, sendo o titular da cadeira de número 22, tendo como patrono o escritor, jornalista e político brasileiro Barbosa Lima sobrinho. A ASL é uma entidade cultural, voltada para literatura, que acaba de completar 21 anos de existência.


    O nosso aplauso, afeto e admiração ao nobre confrade José Pedro Sobrinho, pelos serviços que têm prestado à educação, a arte, a história e a cultura serra-talhadense, e pela maestria com que coloca a serviço da sociedade cada talento que lhe foi concebido pelos céus.

Evoé!
Por Carlos Sett


terça-feira, 31 de maio de 2022

“UM MUNDO DA COR DE TODOS" É MAIS UM FILME REALIZADO PELA ETEAST PRODUÇÕES ARTÍSTICAS

 
O Filme de curta-metragem produzido pela ETEAST Produções Artísticas, "Um Mundo da Cor de Todos", protagonizado pelos atores Gildo Alves e Carlos Sett com participação mais que especial da atriz Dorotea Nogueira, teve sessão premiê no dia 28 de maio de 2022, às 19h, no CineTeatro do CEU das Artes, no bairro Caxixola. Na ocasião, foi exibido, também, o Monólogo Teatral ‘FRAG-MEN-TOS’, tendo os protagonistas do filme à frente da encenação: Gildo em cena e Carlos na direção cênica.
A parceria desses dois artistas serra-talhadenses vem de longe. Carlos Sett, que está celebrando, este mês, 27 anos de atividades artísticas, foi professor de teatro de Gildo Alves entre 2010 e 2012 no Ponto de Cultura Centro Dramático Pajeú, centro cultural que acaba de completar 33 anos de atividades ininterruptas em Serra Talhada, no segmento teatral.

O projeto do filme foi iniciado em 2016/2017 e acabou não acontecendo. Em 2021, decidiram que era hora de realizar e, junto com Hícaro Nogueira e Weslley Lima, partiram para as gravações, que foram finalizadas já este ano, devido a pandemia, dentre outros impedimentos pessoais.
O roteiro é de Carlos Sett, baseado em um texto escrito para teatro por Gilberto Gomes. "Um Mundo da Cor de Todos" apresenta dois jovens que compartilham suas concepções em relação aos inúmeros preconceitos impostos pelas convenções sociais, os quais precisam ser desconstruídos, na perspectiva de um mundo mais acessível. E, em meio a surtos, percebem semelhanças e objetivos em comum, enquanto caminham pela caatinga para vivenciar um ritual que promete despertar desejos secretos.
“Os artistas são contadores de histórias, e este filme tem uma história que a gente quer contar, desde que lemos o texto de Gilberto, fosse no teatro ou em filme. A equipe topou a empreitada, e agora vamos mostrar para os expectadores de forma sutil e bem humorada o encontro de A e B”. Diz Carlos Sett.
Para Gildo Alves, que é conhecido pelas dublagens engraçadas, e por fazer suas aulas de fitdance, o filme tem um pouco de tudo: “Receber o convite de Carlos para fazer parte desse curta e de cara aceitar? Foi o que fiz! Foram vários dias gravando com a equipe e sentindo a energia dos personagens, aos quais ele e eu nos dedicamos ao máximo, no desejo de trazer, para o público, duas histórias lindas que, no final, é a mesma”. Fala com entusiasmo, e acrescenta: “Os personagens são diferentes e encantadores. Sensações adversas que me fizeram ir além do que podia nesse filme. Trabalhar com Carlos Sett é sempre uma honra e um prazer imenso. A equipe é incrível, Hícaro, Weslley, Dorotea, Gilberto, Flávia, Gil... Pessoas de muito brio e comprometidas em fazer o melhor". Finaliza o ator.


domingo, 15 de maio de 2022

AULA ESPETÁCULO “FREVO DE TODOS OS SERTÕES” É RETOMADA NESTE MÊS


A aula espetáculo “FREVO DE TODOS OS SERTÕES” que demonstra de forma interativa o mais pernambucano dos ritmos, incluindo palestra, apresentação com passistas que mostra a diversidade de movimentos presente no Frevo (famílias e variantes), seguindo a metodologia de Nascimento do Passo, a musicalidade é mostrada ao vivo pela Orquestra Vilabelense de Frevo, além da distribuição de material educativo aos estudantes (cartilha em formato de cordel) e certificados.

“Tivemos que fazer uma pausa no projeto devido a pandemia, agora vamos fechar o ciclo das 10 apresentações”. Diz Gil Silva e acrescenta: “Já fizemos seis escolas, então, retomamos neste dia 16 de maio pela EREM Professor Aureliano Gonçalves no município de Carnaubeira da Penha, no dia 20 estaremos em Salgueiro, Escola Maurina Rodrigues, a Escola Municipal Brás Magalhães, na zona rural de Serra Talhada recebe a gente dia 26, e fechamos nossa agenda em Custódia, no próximo dia 27, na Escola General Joaquim Inácio.


“As apresentações visam democratizar o acesso à cultura e, assim, (re)construir a identidade cultural, sensibilizar docentes e discentes, sobre a preservação do Frevo, como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, um ritmo absolutamente nosso e único no mundo, portanto precisa ser lembrado o ano inteiro e não somente no Carnaval”. Ressalta Branca Souza passista e coordenadora pedagógica da aula espetáculo.

O Projeto é do Produtor Cultural Gil Silva e acontece com o incentivo do FUNCULTURA / FUNDARPE – SECRETARIA DE CULTURA / GOVERNO DE PERNAMBUCO.


Por Carlos Sett

Assessor de Comunicação do Projeto

segunda-feira, 9 de maio de 2022

CARLOS SETT CELEBRA 27 ANOS DE ATIVIDADES ARTÍSTICAS

Celebrando 27 anos de atividades artísticas neste mês, Carlos Sett, como prefere ser chamado atualmente (por um tempo seu nome artístico foi Carlos Silva), diz que o teatro é sua paixão primeira. Ele é considerado um baluarte no fazer teatral na região, e com sua Equipe, a ETEAST Produções, realiza apresentações de teatro e produtos audiovisuais.

Nascido na zona rural de Serra Talhada, assistiu televisão pela primeira vez aos 12 anos (no sítio onde nasceu a energia elétrica chegou em 2001). 10 anos antes, seus pais decidiram morar na cidade, e na casa dos vizinhos, ele passou a ter contato com a magia da telinha e se encantou pelas imagens, falas e os efeitos visuais mostrados. Ao saber que eram pessoas feito ele que faziam os programas e as novelas apresentadas na televisão, e achando aquilo fantástico, vislumbrou pra si aquela profissão.

Quatro anos depois, em maio de 1995, estava fazendo sua primeira oficina de teatro: “estava fadado a ser agricultor, profissão de meus pais, avós, tios, e até do meu irmão. No entanto, a atividade artística veio quebrar este ciclo. Além de ator, sou escritor com 4 livros publicados. O acesso à escola, a paixão pelos estudos, e o meu empenho em trilhar outros caminhos me conduziram até aqui. Fácil nunca foi, todavia, a paixão pela profissão é maior que qualquer adversidade”. Comenta ele.

Por algum tempo, se apresentava apenas na Escola Methódio de Godoy onde estudava. Com o tempo, a procura por apresentações aumentaram, os integrantes em constantes mudanças, uns saíam, outros chegavam, as produções precisavam melhorar, e ele se formando e se informando. Em 1998 faz um curso de teatro e vídeo no Recife, e segue com as aulas do ensino regular. Houve a participação do grupo em alguns festivais de teatro nas cidades de Triunfo, Tuparetama e Caruaru. Em seguida, fazem apresentações nas cidades de Flores, Salgueiro, Afogados da Ingazeira, Olinda, Limoeiro, Igarassu, dentre outras cidades pernambucanas e, também, Princesa Izabel, na Paraíba, além das cidades do Crato e de Barbalha, no Ceará, e assim por diante até os dias atuais.


Carlos Sett traz em seu currículo mais de duas dezenas de espetáculos e esquetes teatrais dos quais citamos: Vida de Escada; Confissões – Uma Comédia Divina e “Casa de Mãe Chica”, de sua autoria; Jesus & Judas, O Rapto da Cebolinhas; Os Malefícios do Tabaco; Neurose – A Cidade e Seus Sentidos; Elas & Ele – Uma Comédia Musical; Fulana, Sicrana, Beltrana; Voar é Com os Pássaros. Atuações na Paixão de Cristo de Triunfo (2002 a 2004), Na Via Sacra do Bom Jesus e no grandioso espetáculo O Massacre de Angico – A Morte de Lampião, dentre outras produções e eventos.

No audiovisual, já atuou em 3 VTs (comerciais) para televisão, participou de 3 clipes musicais, é protagonista em 1 filme de longa-metragem, já atuou em 9 filmes de curta-metragem, 1 seriado, além de diversos vídeos curtos para o YouTube e demais redes sociais.


terça-feira, 3 de maio de 2022

HOJE A NOSSA ACADEMIA SERRA-TALHADENSE DE LETRAS ESTÁ DE IDADE NOVA, 21 ANOS.

 Aos 3 (três) dias do mês de maio de dois mil e um, na Casa da Cultura de Serra Talhada (PE), reuniram-se dez entes, filhos do município e amantes da Literatura, com o intento de fundar a excelsa "Academia Serra-talhadense de Letras". No encontro histórico, todos os participantes apresentaram-se e fizeram uma síntese dos seus trabalhos literários. Sandro Rogério Barros de Vasconcelos fez uma breve explanação acerca da importância da entidade para o município; enfatizando, pois que esta é apolítica e não-sectária, quem dela fizer parte, ACRESCENTOU, deverá assimilar bem o seu "Estatuto e o seu Regimento Interno", deixar as suas ideologias (filosóficas, políticas, religiosas etc.) para serem aplicadas no segmento da sociedade mais conveniente e entender que, acima de tudo, será responsável direto pela credibilidade da instituição perante a comunidade. Neste ato, foram escolhidos Dierson Tomaz Ribeiro, na qualidade de presidente, Sandro Rogério Barros de Vasconcelos, na de Secretário-Geral, e Jorge Apolônio Martins, na de Tesoureiro. Por fim, a "Academia Serra-talhadense de Letras foi aclamada por unanimidade, e a diretoria provisória" comprometeu-se, na mesma tarde, de registrar o seu "Estatuto" no cartório, tornando pública, assim, a sua existência desde já. Segue os nomes dos participantes em ordem alfabética: Dierson Tomaz Ribeiro; Euclides Honório Filho; Francisco Leite Francineto; Itamar Inácio de Souza Freire; Jorge Apolônio Martins; José Pedro Sobrinho; Maria do Socorro Alves; Maria Marluce Simões de Medeiros; Napoleão Simões Filho (Pimpo) e Sandro Rogério Barros de Vasconcelos.
"Uma honra fazer parte desta entidade das Letras e Artes de Serra Talhada, como titular da Cadeira 27". Carlos Sett