terça-feira, 31 de maio de 2022
domingo, 15 de maio de 2022
AULA ESPETÁCULO “FREVO DE TODOS OS SERTÕES” É RETOMADA NESTE MÊS
“Tivemos que fazer uma pausa no projeto devido a pandemia, agora vamos fechar o ciclo das 10 apresentações”. Diz Gil Silva e acrescenta: “Já fizemos seis escolas, então, retomamos neste dia 16 de maio pela EREM Professor Aureliano Gonçalves no município de Carnaubeira da Penha, no dia 20 estaremos em Salgueiro, Escola Maurina Rodrigues, a Escola Municipal Brás Magalhães, na zona rural de Serra Talhada recebe a gente dia 26, e fechamos nossa agenda em Custódia, no próximo dia 27, na Escola General Joaquim Inácio.
“As apresentações visam democratizar o acesso à cultura e, assim, (re)construir a identidade cultural, sensibilizar docentes e discentes, sobre a preservação do Frevo, como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, um ritmo absolutamente nosso e único no mundo, portanto precisa ser lembrado o ano inteiro e não somente no Carnaval”. Ressalta Branca Souza passista e coordenadora pedagógica da aula espetáculo.
Por Carlos Sett
Assessor de Comunicação do Projeto
segunda-feira, 9 de maio de 2022
CARLOS SETT CELEBRA 27 ANOS DE ATIVIDADES ARTÍSTICAS
Nascido na zona rural de Serra Talhada, assistiu televisão pela primeira vez aos 12 anos (no sítio onde nasceu a energia elétrica chegou em 2001). 10 anos antes, seus pais decidiram morar na cidade, e na casa dos vizinhos, ele passou a ter contato com a magia da telinha e se encantou pelas imagens, falas e os efeitos visuais mostrados. Ao saber que eram pessoas feito ele que faziam os programas e as novelas apresentadas na televisão, e achando aquilo fantástico, vislumbrou pra si aquela profissão.
Quatro anos depois, em maio de 1995, estava fazendo sua primeira oficina de teatro: “estava fadado a ser agricultor, profissão de meus pais, avós, tios, e até do meu irmão. No entanto, a atividade artística veio quebrar este ciclo. Além de ator, sou escritor com 4 livros publicados. O acesso à escola, a paixão pelos estudos, e o meu empenho em trilhar outros caminhos me conduziram até aqui. Fácil nunca foi, todavia, a paixão pela profissão é maior que qualquer adversidade”. Comenta ele.
Por algum tempo, se apresentava apenas na Escola Methódio de Godoy onde estudava. Com o tempo, a procura por apresentações aumentaram, os integrantes em constantes mudanças, uns saíam, outros chegavam, as produções precisavam melhorar, e ele se formando e se informando. Em 1998 faz um curso de teatro e vídeo no Recife, e segue com as aulas do ensino regular. Houve a participação do grupo em alguns festivais de teatro nas cidades de Triunfo, Tuparetama e Caruaru. Em seguida, fazem apresentações nas cidades de Flores, Salgueiro, Afogados da Ingazeira, Olinda, Limoeiro, Igarassu, dentre outras cidades pernambucanas e, também, Princesa Izabel, na Paraíba, além das cidades do Crato e de Barbalha, no Ceará, e assim por diante até os dias atuais.
No audiovisual, já atuou em 3 VTs (comerciais) para televisão, participou de 3 clipes musicais, é protagonista em 1 filme de longa-metragem, já atuou em 9 filmes de curta-metragem, 1 seriado, além de diversos vídeos curtos para o YouTube e demais redes sociais.
terça-feira, 3 de maio de 2022
HOJE A NOSSA ACADEMIA SERRA-TALHADENSE DE LETRAS ESTÁ DE IDADE NOVA, 21 ANOS.
sexta-feira, 11 de março de 2022
GILDO ALVES FAZ EXIBIÇÃO DO MONÓLOGO FRAG-ME-NTOS EM 27 DE MARÇO, DIA MUNDIAL DO TEATRO
O digital Influencer, ator, dublador, dançarino, recreador... Gildo Alves exibe pelo seu perfil no Instagram (IGTV) em 27 de março (Dia Mundial do Teatro), o monólogo FRAG-MEN-TOS, composto por textos de Matheus Emanuel, que tratam de questões como preconceitos raciais, de gêneros, e também a maneira descartável como são tratados os sentimentos e as pessoas na atualidade, costurados por trechos de músicas que transmitem sensações adversas, dialogando com os textos e com o intérprete.
A direção e produção é de Carlos Sett, na execução de som e luz Weslley Lima, na filmagem Hícaro Nogueira e na assistência de produção Dorotea Nogueira, as fotos são de Erick Fotografias. O projeto foi contemplado pela Lei Aldir Blanc Pernambuco/2021; além da exibição do monólogo previamente gravado no Teatro do CEU das Artes, será realizada uma Live com a equipe de produção sobre o processo de montagem do espetáculo.
“Estou muito feliz com a realização deste projeto, agradeço a equipe que veio somar comigo nesta empreitada e principalmente, a Carlos Sett que desde a concepção e envio da proposta para LAB/FUNDARPE esteve na peleja viabilizando a realização de FRAG-MEN-TOS.” Diz Gildo Alves, bastante emocionado e acrescenta: "Eu tive a ideia ainda em 2020, e junto a Carlos começamos na casa de Dorotea, a escolha dos textos escritos por Matheus, dos quais gosto muito, pois de imediato há uma identificação e assim, foi nascendo este espetáculo repleto de particularidades e emoção.”
FRAG-MEN-TOS, segundo Carlos Sett é um monólogo dramático no qual uma personagem (ou várias) de ficção discursa suas vivências, sentimentos, ações e motivações: “não é uma história contínua, e sim, poemas com palavras e situações críticas”. Resume. “A encenação está pautada numa fragmentação de canções, textos, gestos, objetos e etc, criando cenas dramáticas que permitam um entendimento (ou não) da narrativa cênica". Argumenta Carlos Sett.
Serviço:
Monólogo: FRAG-MEN-TOS
Dia 27 de março a partir do meio-dia no Instagram @gildobezerra_
Live sobre o processo de montagem de FRAG-MEN-TOS
Dia 27 de março às 21h pelo @gildobezerra_ & @carlossettator
| Diretor, ator e equipe técnica de Frag-men-tos |
sexta-feira, 7 de janeiro de 2022
ZENÓBIA NUNES DE MELO BRASIL, DA JOVEM ROMÂNTICA QUE ESCREVIA VERSOS LIVRES À ESCRITORA COM NOVE LIVROS PUBLICADOS
Muito romântica, começou brincando de fazer poesias livres, na década de sessenta e ia engavetando, somente em 2006, resolveu juntar tais versos e publicá-los em livros, se revelando uma apaixonada pelas páginas escritas. Fato que a fez disparar a escrever livros, são 09 títulos publicados até então: “foi assim, de repente comecei a escrever minhas histórias e as memórias das situações vividas aqui, ali e lá”. Relembra ela.
Em
suas obras literárias aparecem também, detalhes e curiosidades
acerca de sua terra natal, pessoas e paisagens do passado são
retratadas com esmero e nostalgia. Todavia, ressalta as mudanças
bastante significativas
e, em ritmo acelerado que vêm
acontecendo atualmente, levando inclusive, a cidade a
perder
parte de sua arquitetura original e majestosa, ficando com ares de
metrópole.
Seu sonho era ser médica. Porém, diante das tantas impossibilidades surgidas, desistiu. E em 1962, aos 17 anos, terminou seu curso ginasial no Colégio Cônego Tôrres, na sua terra natal. Ao mesmo tempo para se habilitar ao cargo de Professora Primária, concluiu o curso no Colégio da Imaculada Conceição, em 08 de dezembro de 1963, a famosa Escola Normal.
Formada Professora, lecionou por 6 anos: primeiro na Escola Isolada da Fazenda Baixio a seis km da cidade, por 2 anos, depois no Grupo Escolar Tibúrcio Valeriano – Hoje EREMPAC, também por 2 anos e, em seguida leciona mais 2 anos na Escola Cornélio Soares, quando esta, ainda funcionava no prédio que hoje é a agência do Banco do Nordeste-BNB.
Fez o Curso Técnico em Contabilidade, também no Colégio Cônego Tôrres, concluído em 09 de dezembro de 1978. Em 29 de dezembro de 1979 casa-se e no ano da graça de 1981 nasce seu único filho, Jozenóbio. Por tempo, ela sempre muito ativa, já cursava Letras na FAFOPST, a colação de grau se realizou em dezembro de 1982. Aqui demonstrava mais uma vez sua paixão pela literatura.Foi eleita Membro Efetivo da Academia Serra-talhadense de Letras, tomando posse em 19 de março de 2013, entrando assim, para imortalidade, tendo inclusive assumido a presidência da entidade, realizando um excelente mandato. A escritora segue na ativa, sua mais recente obra é o Livro Desfechos Finais, lançado em 2019 e que fecha uma trilogia, onde a Solidão vira personagem e junto a autora narram inúmeros fatos. Zenóbia participa sempre de Antologias de várias entidades ligadas à Cultura, conforme foto acima à esquerda.
1
- Do que a Solidão é Capaz - editado em 2006 - Editora Livro Rápido
- Elogica - Olinda - PE - edição esgotada
2 - Do Fundo do Baú
- poesias livres - Editado em 2007 - Idem
Vr. R$ 10,00
3 -
Simplesmente uma História de Amor - Editado em 2008 - pela Gráfica
e Editora Esdras Graphic - edição esgotada
4 - A Preguiça -
Editado em 2010 - por Desafio Art & Gráfica Vr. R$ 10,00
5
- É Doce Recordar - Editado em 2011, pela Digital Cópias - edição
esgotada
6 - Estava Escrito no Livro da sua Vida - Editado em
2013 - pela Digital Impressos - Vr. R$ 20,00
7 - Isso só
Acontece com os Outros? - Editado em 2014 - pela Gráfica Nogueira -
Vr. 30,00
8 - Como num Conto de Fadas - Editado em 2014 - pela
Digital Impressos - Vr. 10,00
9 - Desfechos Finais - Editado em
2019 - pelo Desafio Art & Gráfica - Vr. R$ 30,00.
Por Carlos Sett
segunda-feira, 20 de dezembro de 2021
VERÔNICA, A POETISA QUE ESCREVE O QUE A ALMA ENXERGA
A poetisa Maria Verônica da Silva nasceu em Verdejante –PE em 1989, e reside em Serra Talhada – PE, onde cursou a Universidade, a menina, filha de Dona Maria Alexandrina da Silva e Seu Aderval Antônio da Silva, cresceu na zona rural e sempre estudou em escolas públicas, esforçada e bastante inteligente, desenvolveu objetivos e alçou voos grandiosos. É bacharela em Administração pela UFRPE/UAST e MBA em Liderança e Coaching na Gestão de Pessoas, além de poetisa.
Seus primeiros textos foram escritos ainda na adolescência. Assim, entre versos, muito estudo e trabalhos ela segue trilhando seu caminho. Verônica ama escrever, e encontra nas palavras a motivação para dar voz aos sentimentos contidos, refúgio para alma e desta feita traz todo encanto da poesia para você leitor/leitora, no livro O QUE A ALMA ENXERGA – ESPELHADO EM VERSOS, publicado recentemente. Em 2007 aos dezoito anos de vida, ela publicou seu primeiro livro de poesia intitulado: Mergulho profundo: no mar da poesia.
“A minha paixão pela escrita começou na adolescência, aos treze anos. Sempre gostava de ir à biblioteca da escola pegar livros para ler em casa. Naturalmente os primeiros versinhos foram surgindo, não sei explicar o que me inspirava inicialmente”. Relembra a poetisa, que escreveu para uma atividade escolar um cordel, bastante elogiado pelos professores e colegas de sala. “Daí comecei escrever com maior frequência, e quando comecei estudar literatura fui me apaixonando cada vez mais pela escrita. Além de poemas também gostava de escrever contos. Havia um pequeno grupo de teatro na minha comunidade do qual eu fazia parte junto com minhas irmãs e amigos, algumas peças eram escritas por mim”. Relata Verônica, demonstrando sua versatilidade na literatura.Ela comenta que a escrita se tornou sua inseparável amiga: “eu compartilhava minhas paixões, saudades, alegrias, desabafos, o encanto pela natureza, e encontrava ao escrever um conforto necessário à situação. Passei alguns anos sem escrever frequentemente, mas em 2019 já tinha conteúdo para o segundo livro e em 2021 publiquei o livro: O que a alma enxerga: espelhado em versos, que foi lançado por meio de live em maio e depois lancei em alguns eventos.” Finaliza.
Livro à venda diretamente com a autora - chamar no direct, instagran: @vronicamaria



